Posts filed under ‘PERGUNTAS E RESPOSTAS’

Gengivite

Gengivite-ilustracaoO que é gengivite?
Gengivite é o início da doença periodontal que consiste no sangramento da gengiva.

O que causa a gengivite?
A gengivite é causada pelo acúmulo do biofilme dental (placa bacteriana), que é uma película formada por resíduos dos alimentos e bactérias. As bactérias fermentam os resíduos dos alimentos e produzem ácidos. Estes ácidos desmineralizam os dentes (causam cáries) e inflamam a gengiva (causam sangramento gengival).

A gengivite tem cura?
Sim. Se utilizar a escova e o fio dental diariamente, conseguimos remover a placa bacteriana. Após a remoção da placa bacteriana, em alguns dias a gengiva retorna ao estado saudável. Sendo assim, a gengivite é uma doença periodontal reversível.

Como posso saber se tenho gengivite?
Os sinais da gengivite são: sangramento gengival durante escovação e alimentação, inchaço, gengiva avermelhada, mal hálito. Pode ter sintoma de dor durante alimentação e escovação, sendo às vezes dor espontânea.

Como tratar da gengivite?
É necessário fazer um tratamento periodontal com o Dentista Especialista em Periodontia. A periodicidade do tratamento será definida pela avaliação do dentista, pois o acompanhamento profissional é muito importante.

Em casa, a gengivite pode ser evitada mantendo uma boa higienização através do uso da escova de dente, fio dental, escova interdental, escova de tufo, creme dental e limpador de língua.

Se tiver alguma dúvida entre em contato conosco por e-mail marcelo@occe.com.br ou comente este post.
Se preferir agende uma consulta na unidade mais próxima, será um prazer recebê-lo (a).

(Texto: Dr. Marcelo Fugimoto – Especialista em Periodontia – CROSP  67.353)

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24 de março de 2014 at 1:56 PM Deixe um comentário

Saúde bucal das crianças (Dúvidas Frequentes)

ImagemMuitas mães têm algumas dúvidas quando se trata da saúde bucal dos seus filhos.
A nossa Odontopediatra Dra. Patrícia Nodomi Kaihami reuniu algumas perguntas mais frequentes. Se você tiver outra dúvida que não esteja aqui, faça a sua pergunta, será um prazer responder.

1. Qual idade ideal para levar meu filho no dentista (odontopediatra)?
O ideal é quando a mãe estiver planejando o seu filho (antes da gravidez), para já receber as primeiras orientações sobre higiene, hábitos, cuidados, traumas, prevenção de cárie, entre outros. Quando o bebê tiver 3 meses, o ideal é que a mãe procure o odontopediatra para entrar em um programa de prevenção de transmissão de cárie (sim, a cárie é uma doença transmissível! Quando a mãe assopra a comida, experimenta ou mesmo beija na boquinha do seu filho passa as bactérias de sua boca para a boquinha dele.). A partir do terceiro mês de vida, a mãe procura o dentista para aplicação de um gel a base de clorexidina, capaz de, praticamente, zerar as bactérias que provocam a cárie, o Streptococcus Mutans, e assim, não transmite essas bactérias para seu filho. É muito importante fazer nessa fase o programa de prevenção pois as colônias de bactérias estão começando as se formar na boca do seu filhoMais informações, faça o seu comentário! E assim que nascer o primeiro dentinho, que ocorre por volta dos 6 meses, já passar em consulta com odontopediatra para acompanhamento  e prevenção.
2. Qual periodicidade?
Prefiro individualizar os retornos, de acordo com o risco de cárie da criança, mas pelo menos, 2 vezes ao ano.
3. Como ensinar as crianças a cuidar dos dentes?
Devemos escovar desde os primeiros dentinhos e passar o fio dental também, para que a criança acostume e crie o hábito da higiene bucal.
Por volta de 2-3 anos, já levar a criança na frente do espelho e mostrar para ela como escovar e deixar a criança pegar na escova, “brincar” de escovar os dentes (por isso é importante a criança ter uma escova para que ela possa treinar e outra escova dos pais, para que os pais façam efetivamente a remoção mecânica da sujeira da boquinha do filho). A escovação deve ser sempre supervisionada por um adulto até os 8 anos de idade.
4. Até quando devo acompanhar meu filho na escovação?
A escovação deve ser supervisionada até os 8 anos de idade.
5. Quando os dentes de leite estão para cair, devemos esperar ou devemos ir ao dentista?
Quando os dentes de leite estão com mobilidade por conta da esfoliação natural (“moles”), os pais podem tirar em casa. O que muitos pais perguntam: “mas não prejudica o dente permanente?”. Não, não prejudica.
6. Quando o dente de leite cai e demora para nascer o permanente o que devemos fazer? Qual o tempo médio entre a mudança de um dente para o outro?
Se demorar mais de 3-4 meses para irromper (nascer), é bom procurar o odontopediatra. Provavelmente, ele vai radiografar ou pedir uma radiografia panorâmica para verificar o motivo do dente não ter irrompido.
7. Para fazer tratamento ortodôntico é necessário estar com todos os dentes permanentes?
Não. Existe a fase do tratamento ortodôntico preventivo que é realizado com aparelhos removíveis (aparelhos ortopédicos). São aparelhos utilizados para estimular o crescimento ósseo. Esta fase do tratamento é necessária quando há um desequilíbrio entre tamanho dos dentes x tamanho dos ossos (maxila e mandíbula).
8. Qual é a melhor idade para iniciar o tratamento ortodôntico em crianças?
A partir do momento que o dentista detecta a necessidade e a criança compreender que precisa usar aparelho (isso por volta de 3-4 anos). Porém, é muito importante que a criança esteja motivada ao uso e os pais acompanhem o uso do aparelho.
9. Dente de leite dói?
É muito difícil a criança reclamar de dor de dente, como o adulto, pois o dente de leite possui ápice mais amplo e pode ter várias ramificações, facilitando a via de drenagem de inflamação/ infecção. Porém, uma vez constatado o dente infeccionado, é necessário o tratamento adequado, pois não há remissão do quadro e temos que intervir o mais rápido possível, pois uma infecção, em qualquer lugar do corpo, é perigosa.

O dente de leite possui as mesmas estruturas do dente de adulto, ou seja, esmalte, dentina e cemento (coroa e raiz). Então, ao intervir no dente de leite, a criança pode sentir incômodo e dor, e cabe ao odontopediatra avaliar a necessidade da anestesia.

10. A criança pode ser anestesiada?
Sim, ninguém gosta de fazer nenhum procedimento com dor, a criança também não e não pode sentir dor no dentista. Se a criança tiver algum problema de saúde ou alergia, deve ser sempre relatado ao dentista. Hoje temos diferentes sais anestésicos, cada qual com suas indicações.
Dúvida ou mais esclarecimento comente esse post ou agende uma visita com a nossa Odontopediatra Dra Patricia Nodomi Kaihami.

(Texto: Dra. Patricia Nodomi Kaihami)

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14 de março de 2014 at 6:24 PM Deixe um comentário

O que é tártaro?

Tártaro-denteTártaro é o nome popular que damos ao cálculo dental. O tártaro se forma a partir do biofilme dental (placa bacteriana), que se parece com uma “geléia branca”. Quando a placa bacteriana fica grudada na superfície do dente por alguns dias consecutivos, o cálcio presente na saliva se une a esta e endurece formando o tártaro.

A partir do momento que houve a formação tártaro, não conseguimos mais removê-la com a escova e fio dental como fazemos com a placa bacteriana. Neste caso, seria necessário procurar um Periodontista (especialista em gengiva e osso) para realizar o tratamento de raspagem.

Da mesma forma que a placa bacteriana, o tártaro também causa cárie e inflamação gengival devido a produção de ácido pelas bactérias. Quando o tártaro fica acumulado sobre o dente por meses, este cresce de tamanho em direção a gengiva e raízes dos dentes. Em estágio mais avançado da formação do tártaro, este poderá causar perda óssea, levando a Periodontite.

Quando for detectado a existência do tártaro, devemos procurar o dentista para que seja feita sua remoção mais breve possível.

A melhor forma de evitar o tártaro é fazer sempre a higienização bucal depois das refeições utilizando sempre o fio dental.

Agende agora mesmo a sua avaliação na OCCE  mais perto de você.

(Texto: Dr Marcelo Fugimoto)

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17 de outubro de 2013 at 3:04 PM Deixe um comentário

Aparelho autoligável (sem borracha)

Temos a última tecnologia em aparelhos ortodônticos.

autoligadoSão os aparelhos autoligáveis que não necessitam da troca de borrachas (acumula menos placa bacteriana), proporciona tratamento mais rápido quando comparado aos aparelhos fixos convencionais (com borracha), menor número de visitas ao dentista com intervalos maiores (até 06 semanas de intervalo), promove menos força causando menor sensibilidade durante o tratamento.

Veja no vídeo como funciona essa nova tecnologia:

Fonte: Aditek

Quer saber mais sobre esse método. Entre em contato por e-mail ou agende uma avaliação com o nosso especialista Dr. Marcelo Fugimoto marcelo@occe.com.br.

(Texto: Dr Marcelo Fugimoto)

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23 de agosto de 2013 at 2:48 PM Deixe um comentário

VOCÊ SABE O QUE É HALITOSE?

A halitose é uma alteração do ar que exalamos pela boca. Não é considerado uma doença, e sim um sintoma.

O que devemos fazer quando se tem mal hálito (halitose)?

É necessário fazer uma avaliação por uma equipe de profissionais: dentista, gastroenterologista, clínico geral e psicólogo para ter certeza da causa deste sintoma.

……………………………………………………………………………………………………………………………..

Na odontologia, para algumas pessoas é importante uma mudança de hábito no que diz respeito à higienização dos dentes e da boca, por exemplo, a língua deve ser escovada todos os dias. É uma região que se acumulam bactérias e restos epiteliais (aspecto branco ou amarelado).

O odor fétido é proveniente da presença do enxofre, e quem tem mau hálito dificilmente nota, o que nos coloca às vezes em situações desconfortáveis.

Há no mercado limpadores de língua que irão auxiliar na remoção do material acumulado. São mais confortáveis para usar do que uma escova de dente.

É comum também lançar mão de um enxaguatório bucal. Existem substâncias que inibem o crescimento bacteriano (substâncias bacteriostáticas). Esse recurso pode ajudar, mas quem possui mau hálito com freqüência, deve procurar por um profissional.

Devemos também tomar cuidado com a dieta. Determinados alimentos ricos em enxofre, gordura animal, cebola, alho, frituras, bebidas alcoolicas, podem alterar o odor bucal.

Existem dois tipos de halitose > Quando a pessoa sempre tem mau hálito (halitose crônica) e a que possui esporadicamente.

É mais comum encontrarmos pessoas com mau hálito esporádico. Recomenda-se então que se escove bem os dentes, faça uso do fio dental e não esquecer do limpador de língua.

Doenças periodontais como a gengivite (inflamação da gengiva) e periodontite (perda óssea causada por acúmulo de tártaro) também podem causar mal hálito. Estas doenças são agravadas pela deficiência na higienização bucal.

Dúvidas ou esclarecimentos sobre a halitose entre em contato com a nossa equipe ou envie um e-mail marcelo@occe.com.br

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4 de outubro de 2010 at 12:06 PM 1 comentário

O DENTE DO SISO ESTÁ DOENDO!

Os chamados dentes do siso, ou terceiro molares são os últimos dentes a se desenvolverem. A grande maioria das pessoas possui quatro dentes do siso. Normalmente se desenvolvem no final da adolescência, entre 16 e 18 anos.

Com grande freqüência, os dentes do siso ficam presos ou encaixados no osso da maxila e/ou mandíbula. Quando o dente nasce parcialmente é comum a dificuldade em limpar a região, o que pode gerar cárie e também uma inflamação na gengiva ao redor do mesmo. É por isso que causa a dor.

Quando isso acontece a dor pode se tornar intensa, pois nessa fase já existe um processo inflamatório e, às vezes, infeccioso com presença de pus. É comum sentir uma dor que chega até o ouvido.

O QUE FAZER? ORIENTAÇÕES.

1. É recomendada a utilização de medicação prescrita por um profissional para o controle da dor, da inflamação e/ou da infecção (quando instalada).

2. Fazer a limpeza da região com anti-séptico com auxílio de um cotonete.

3. Após essa fase intensa (aguda) um exame radiográfico auxiliará na avaliação do profissional para ver a real necessidade de extração.

4. Na maioria dos casos, é recomendado extrair os dentes do siso retidos (presos). Dependendo da posição em que o dente do siso se encontra, sua remoção pode ser realizada no consultório do dentista, numa clínica de cirurgia ou num hospital.

Dúvidas ou esclarecimentos sobre o dente do siso entre em contato com a nossa equipe ou envie um e-mail marcelo@occe.com.br

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5 de setembro de 2010 at 11:00 PM 6 comentários

CAUSA DE DORES NA CABEÇA PODE ESTAR NA BOCA

É comum as dores na cabeça, na nuca, no pescoço e nas costas serem associadas à enxaqueca, otite, problemas de visão ou até mesmo neurológicos. O que pouca gente sabe é que a origem dessas dores pode estar na boca, mais precisamente no posicionamento dos dentes e na postura mandibular.

A jornalista Raquel Corrêa levou mais de um ano para descobrir que constantes dores de cabeça estavam relacionadas a problemas na articulação. Ela não sabia, mas sofria de DTM (disfunção têmporo-mandibular).

Segundo dados da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor, a DTM atinge de 6 a 8% da população e, em 90% dos casos as mulheres são as mais afetadas. As causas são diversas, podem estar associadas ao estresse e à correria do dia-a-dia, restaurações e próteses mal executadas, posição incorreta dos dentes, ausência deles ou hábitos parafuncionais, como por exemplo, o bruxismo (movimento dos dentes durante à noite de forma a desgastar ou até amolecer os dentes).

Raquel começou a sentir as fortes dores quando estava no início da faculdade. Procurou um médico clínico geral que lhe receitou um analgésico comum. Ela chegou a tomar mais de três comprimidos por semana durante um determinado período. Sem alcançar o resultado esperado, procurou um oftalmologista, porém nenhuma deficiência na visão foi encontrada. Recorreu então, a um neurologista. Chegou a fazer até tomografia computadorizada, mas também nada foi detectado. Seguiu a recomendação do médico e passou seis meses fazendo tratamento com calmantes. Decidiu parar por conta própria, pois alegou que os remédios estavam prejudicando seu rendimento acadêmico.

Por conta da orientação de uma amiga, Raquel acabou procurando um dentista para avaliar seu caso. De uma forma simples, foi detectado o problema de DTM. “Eu tinha dores constantes na cabeça e no pescoço, fiquei surpresa quando descobri que a causa estava na minha boca”, comenta.

Já na primeira consulta fez a avaliação e recebeu as primeiras orientações. Em seguida, o especialista indicou a placa miorrelaxante, um paliativo para o tratamento. De acordo com a jornalista, os benefícios foram imediatos. “Senti aliviada já nas primeiras semanas e consegui reduzir consideravelmente os analgésicos”, acrescenta Raquel Corrêa.

O tratamento para acabar com a disfunção têmporo-mandibular varia dependendo do grau do problema que a pessoa apresenta. As formas mais usadas para aliviar a dor e eliminar o problema são os exercícios para corrigir os maus hábitos, o relaxamento muscular, compressas, fisioterapia, acupuntura, controle da ansiedade e da depressão, além do tratamento ortodôntico com aparelho fixo ou removível.

Mas afinal, o que é DTM?

DTM é a abreviação de disfunção têmporo-mantibular. Ela serve para designar a doença na articulação têmporo-mantibular (ATM). Essa articulação é responsável por todos os movimentos da boca, ela se concentra uma em cada lado da face (em frente a cada orelha). Através desta articulação é que conseguimos comer, engolir, mastigar, bocejar e falar.

Confira os sintomas mais comuns:
1 – Dor de cabeça, na face e pescoço
2 – Dores de ouvido ou na área ao redor do mesmo
3 – Dor e pressão atrás dos olhos
4 – Estalos ou sensação de desconforto ao abrir e fechar a boca
5 – Dor ao bocejar, ao abrir muito a boca ou ao mastigar
6 -Travamento em boca aberta e/ou fechada (mandíbulas que “ficam presas”, travam ou saem do lugar)
7 – Fadiga dos músculos da mastigação, um cansaço no rosto durante o dia ou ao acordar
8 – Uma brusca mudança no modo em que os dentes superiores e inferiores se encaixam
9 – Certos tipos de zumbidos
10 – Bruxismo diurno ou noturno (ranger os dentes )

Para mais informações ou esclarecimentos sobre a DTM faça um comentário neste post ou envie um e-mail para: marcelo@occe.com.br
Se preferir entre em contato com a Equipe da OCCE e fale diretamente com um de nossos profissionais.

Texto: Dr Marcelo Fugimoto)

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15 de abril de 2010 at 12:46 PM Deixe um comentário

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